quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Curiosidades da vida de um escritor iniciante...

Há alguns meses houve uma polêmica, na bienal do livro, que envolveu o nome de Rubem Fonseca, criada a partir de uma frase fora de contexto e má interpretada dada por um jovem escritor de sucesso na área de fantasia, dizendo que o grande autor da literatura contemporânea brasileira não seria publicado nos dias de hoje. A frase crua, sem o devido contexto, seria o mesmo que dizer que a literatura brasileira está morta. Ainda bem que foi só um caso de má interpretação, ou simplesmente uma opinião isolada; todos nós temos direito a dá-las e o próprio Rubem Fonseca sofreu por causa de censura.

Eu sou fã incondicional da literatura de José Rubem Fonseca. É uma de minhas influências nacionais mais fortes. Juro que até vi outro dia o “Nariz de Ferro” andando pela Rua Treze de Maio, aqui no Centro Rio. Coincidência fantástica e assustadora. Procurei para ver se não encontrava o Mandrake no Amarelinho, hehehe!

Uma das curiosidades de minha jornada como escritor, foi poder dar uma cópia do meu livro a Rubem Fonseca. É isso mesmo, ele tem uma cópia de A Essência do Dragão, caso não tenha jogado fora por achá-la uma porcaria, o que seria totalmente compreensível, J

Outra coisa rara foi conseguir que ele me autografasse um livro dele. Outra coisa rara, guardada em meu baú de tesouros mais preciosos (desculpe a redundância, mas foi necessária). A imagem está aí embaixo.



O mais fantástico é que eu nunca me encontrei com ele. É verdade! Foi algo feito por intermediários. Uma história sensacional que um dia conto, se tiver paciência de escrevê-la.

Assim, concluindo, conseguimos manter nossas filosofias de reclusão literária.

Mais uma história da jornada de um escritor....



Abração!